
Os Maniacs surgiram no início da década de 1980 e, ao lado de bandas como R.E.M., Hüsker Du e The Replacements, protagonizaram o movimento que viria a ficar conhecido como college rock. O nome do movimento fazia referência a bandas que muitas vezes nasciam em campus universitários e que eram divulgadas por fanzines e rádios comandadas por estudantes.
No final da década, o R.E.M. se tornou mundialmente conhecido, assinou contrato com uma grande gravadora e escancarou as portas do mercado para nomes como Nirvana e Pearl Jam. Mas isso já é outra história...
O 10,000 Maniacs nunca atingiu o mega-estrelato, mas marcou os corações das poucas pessoas que o conheceram.
Para mim, eles gravaram 3 discos excelentes: In My Tribe (1987), Blind Man’s Zoo (1989) e Our Time In Eden (1992), sendo que este último chega perto da perfeição. A bela voz de Merchant conduz o ouvinte por canções que podem ser lidas como microcontos. Tudo com o elegante instrumental que atualizava a folk music americana, com toques de reggae, pop e música clássica.
Não consigo pensar em nenhum grupo depois deles que soe tão honesto e verdadeiro. É por isso que, vez ou outra, vem aquela saudade boba.
É aí que somente a voz inesquecível de Natalie, cantando Don’t Talk ou Jezebel, pode me trazer algum consolo...
7 comentários:
Olá amigo.De passagem para fazer uma visitinha, deparo com as suas habituais recomendações de boa música. De facto, há música que é perfume para os nossos ouvidos, assim o saibamos apreciar. Um bom fim de semana.
Atóron!
ainda não conheço.vou ouvir assim que estiver com um pc que tenha caixa de som.
Eu adorava a voz da Natalie!
Que afinação, delicadeza...
Por isso sempre fico feliz quando me comparam á ela.
Belo post!
Há música que não passa de moda e trás saudade mesmo.
Um beijo e boa semana Graça
E como é bom voltar ao passado, não é?
E a música é o melhor caminho para isso.
Eu a do ro!
Tinha uma amiga que adorava essa banda. Não mais a vi. O som não é bem minha praia, mas tem bons momentos.
Abraços,
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