Dentro deste critério, os meus preferidos da época incluíam The Unforgetable Fire e Rattle And Hum, do U2, The Queen Is Dead, dos Smiths, Viva Hate, do Morrissey, The Head On The Door, do The Cure, além de todos do Legião e dos Paralamas.
Bons tempos. Hoje em dia, com toda a correria que implica qualquer vida adulta, fica cada vez mais difícil escutar um disco até furar (eu sei que nem cd’s nem muito menos mp3’s furam, mas fica a analogia com os bolachões negros da época). Decorar letra de música, então...

Nem o mais fanático adorador de Morrissey poderia prever um disco tão bom quanto The Quarry.
Quem poderia imaginar que depois de álbuns irregulares como Southpaw Grammar e Maladjusted, o bardo de Manchester voltaria a escrever letras de romantismo devastador como Come Back To Camden e The World Is Full Of Crashing Bores; que ele ainda seria capaz de rocks enxutos e perfeitos como Irish Blood English Heart e I Like You e que, quase no final do disco, apareceria uma das melhores músicas de toda sua carreira, The First Of The Gang To Die?
A única saída possível diante de um trabalho de tal magnitude é cair de amores. Não há um único momento risível (ok, talvez All The Lazy Dikes seja ligeiramente equivocada), as interpretações de Morrissey estão no exato meio termo entre emoção e drama e sua banda de apoio atingiu a coesão que, frequentemente, faltava nos discos anteriores.
Com You Are The Quarry , Morrissey fez, finalmente, um álbum à altura dos melhores momentos dos magníficos trabalhos dos Smiths.
Um comentário:
por um acaso do destino estou ouvindo exatamente este disco do mozz
e já não sei dizer se é taõ bom quanto esse ou aquele
nunca fui bom com nomes de musicas o de discos mas alguns ficaram na saudade tais como VIVA hate do mozz
ou mesmo Cabeça dinossauro
mas eu sou suspeito pra falar do morrissey pois sou fã sabe tiete ,carteirinha
adorei seu post
queria aproveitar e te pedir para dar uma pequena olhada no meu blog auddio pois ficaria muito feliz ,bejão fica em paz.
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